Polícia Civil de Goiás deflagra operações contra tráfico e golpes virtuais

“A gente vai continuar firme e forte, garantindo que Goiás seja terra de gente de bem, onde bandido não se cria e não se criará”, declarou o governador Daniel Vilela ao comentar as operações deflagradas pela Polícia Civil nesta terça-feira (19/5). As ações integram a 7ª fase da Operação Destroyer e a Operação Agropix, que somam 185 medidas judiciais cumpridas em Goiás e outros estados.

O governador destacou que o trabalho das forças de segurança vem sendo intensificado em todo o estado, com foco no enfrentamento às facções, fraudes eletrônicas e demais organizações criminosas. Segundo ele, as operações refletem a atuação integrada, estratégica e permanente das forças policiais. “Goiás seguirá entre os estados mais seguros do país”, destacou o governador.

“O doutor André Ganga, nosso delegado-geral, me informou que mais de 100 mandados já foram cumpridos só no dia de hoje, em mais uma etapa da Operação Destroyer, que vem com o objetivo muito forte de combater as facções criminosas e os agentes financeiros dessas facções no nosso estado”, afirmou Daniel Vilela.

A 7ª fase da Operação Destroyer foi deflagrada pela Polícia Civil, por meio do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos de Trindade. Nesta etapa, são cumpridas 40 medidas judiciais, sendo 20 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão em Goiânia, Trindade e São Luís de Montes Belos.

A investigação é resultado de um trabalho contínuo de inteligência que busca desarticular uma organização criminosa voltada para a comercialização e distribuição de entorpecentes por meio de sistema de “delivery”. O grupo utilizava motocicletas e veículos para o transporte das drogas e mantinha uma ampla rede de comunicação para vendas, logística e cobrança de dívidas oriundas do tráfico.

Agropix
Por meio do Grupo Especial de Investigações Criminais de Rio Verde, da 8ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), a Polícia Civil também cumpre mais de 80 medidas judiciais, entre prisões temporárias, buscas e apreensões domiciliares e bloqueios de valores.

A investigação apura a atuação de grupo criminoso especializado no golpe conhecido como “mão fantasma”, modalidade de fraude eletrônica que causou prejuízo milionário a um produtor rural da cidade de Rio Verde. A operação ocorre simultaneamente nos estados de Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal, com apoio integrado de diversas unidades policiais.

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